Psicóloga especialista em MÃES; gestação, pós-parto e puerpério
Pré-natal Psicológico
Puerpério e Pós-Parto
Saúde Mental do Pai
Orientação Parental
Preparação emocional durante a gestação. Medos, expectativas, vínculo com o bebê e prevenção de depressão pós-parto.
Ansiedade, depressão pós-parto, culpa, exaustão emocional, baby blues. Acolhimento para o que ninguém te preparou.
A paternidade também transforma. Atendimento para pais que precisam de espaço para processar essa mudança.
Apoio na construção de uma parentalidade consciente, acolhedora e alinhada com os seus valores.
Você se identifica?
A culpa que ninguém vê
Culpa por não sentir só alegria depois que o bebê nasceu — como se você devesse estar feliz o tempo todo.
A distância que cresceu entre vocês
O relacionamento mudou depois da gravidez e vocês não sabem como reconectar.
A culpa que ninguém vê
O medo que você não consegue explicar
Um cansaço que o sono não resolve
Onde foi parar quem eu era?
Medo do parto, do puerpério ou de "não dar conta" — e a sensação de que ninguém entende de verdade.
Culpa por não sentir só alegria depois que o bebê nasceu — como se você devesse estar feliz o tempo todo.
A sensação de que você perdeu a sua identidade e agora é "só mãe" — ou "só pai".
Choro que vem sem aviso, irritação constante, insônia mesmo quando o bebê dorme.
O medo que você não consegue explicar
Medo do parto, do puerpério ou de 'não dar conta' — e a sensação de que ninguém entende de verdade
Um cansaço que o sono não resolve
Choro que vem sem aviso, irritação constante, insônia mesmo quando o bebê dorme.
A distância que cresceu entre vocês
O relacionamento mudou depois da gravidez e vocês não sabem como reconectar.
Onde foi parar quem eu era?
A sensação de que você perdeu a sua identidade e agora é "só mãe" — ou "só pai".
Carolina Alves,
Sou especialista em saúde mental materna e no começo da vida. Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Terapia dos Esquemas — formações que sustentam minha prática com profundidade técnica e responsabilidade emocional.
Já acompanhei mais de 600 mulheres em diferentes fases da maternidade. Minha atuação começa no planejamento familiar — inclusive com mulheres que ainda não sabem se desejam ser mães — passa pela gestação, pelo suporte psicológico durante o trabalho de parto, e segue até o puerpério, quando muitas chegam sentindo que perderam o controle de tudo.
Mas antes de acompanhar centenas de mulheres, eu fui a minha primeira paciente. Durante a minha própria gestação, enfrentei depressão em uma gravidez não planejada e apliquei em mim o pré-natal psicológico que hoje ofereço. Vivi na prática o que sustento na teoria: a maternidade é uma reorganização psíquica profunda, e a saúde mental precisa ser cuidada com a mesma seriedade que a saúde física. Essa experiência não me fragilizou. Ela consolidou minha missão.
Também atuo com orientação parental, ajudando pais e mães a desenvolverem práticas emocionalmente responsivas, fortalecendo vínculos e prevenindo rupturas futuras.
Cuidar de uma mãe é cuidar de uma família inteira.
Culpa por não sentir só alegria depois que o bebê nasceu — como se você devesse estar feliz o tempo todo.
O medo que você não consegue explicar
Medo do parto, do puerpério ou de 'não dar conta' — e a sensação de que ninguém entende de verdade
Um cansaço que o sono não resolve
A sua saúde emocional não é um detalhe da maternidade — é a base dela. O jeito como você se sente afeta o vínculo com o seu bebê, a sua relação com quem está ao seu lado e a forma como você vive essa fase que não volta. Quando uma mãe está bem, toda a família sente.
O primeiro passo é uma conversa inicial onde eu vou te ouvir, entender o momento que você está vivendo e te explicar como funciona o acompanhamento. Não é uma consulta — é pra gente entender juntas se faz sentido caminhar nessa direção. Mas é uma conversa com propósito: se você sente que algo precisa de atenção, esse é o momento de agir.
Depoimentos
"On the other hand, we denounce with righteous indignation and dislike men who are so beguiled and demoralized by the charms of pleasure of the moment, so blinded by desire, that they cannot foresee the pain and trouble that are bound to ensue; and equal blame belongs to those who fail."
Nome Sobrenome
"These cases are perfectly simple and easy to distinguish. In a free hour, when our power of choice is untrammelled and when nothing prevents our being able to do what we like best, every pleasure is to be welcomed and every pain avoided."
Nome Sobrenome
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